"Enquanto eu lhe xingar
Ou falar mau estará tudo bem,
Preocupe-se quando lhe desprezar"
02 março 2011
24 fevereiro 2011
Libertação
A muito não ouvia a tua voz
Falar e não tocar meu coração
Nesse tom doce. Vós
Que maltratou minha paixão
Depois de um tempo percebi
Que não eras excessão, nem diferente de ninguém.
Que você cheira mal e ruim
E não consegue amar outro alguém
Teu rosto meigo e angelical
Esconde tua maldade de mulher
Com esse jeito torto de anjo mau
Escondendo quem você é.
Hoje, teu chamado não me entristesse
Nem tua ausência me causa dor.
Não me interessa os teus "mistérios sujos"
Cheios de dores e falso amor
Se você presou a casa e a cozinha
O que eu tinha e o que eu podia. E me deixou!
De você eu levo um caderno de poesia
Uma vida de boêmia, uma inspiração e muita dor
De você nada levo a sério
A não ser o errôneo amor
Que chamei de sempiterno
Que morreu sem uma flor.
Falar e não tocar meu coração
Nesse tom doce. Vós
Que maltratou minha paixão
Depois de um tempo percebi
Que não eras excessão, nem diferente de ninguém.
Que você cheira mal e ruim
E não consegue amar outro alguém
Teu rosto meigo e angelical
Esconde tua maldade de mulher
Com esse jeito torto de anjo mau
Escondendo quem você é.
Hoje, teu chamado não me entristesse
Nem tua ausência me causa dor.
Não me interessa os teus "mistérios sujos"
Cheios de dores e falso amor
Se você presou a casa e a cozinha
O que eu tinha e o que eu podia. E me deixou!
De você eu levo um caderno de poesia
Uma vida de boêmia, uma inspiração e muita dor
De você nada levo a sério
A não ser o errôneo amor
Que chamei de sempiterno
Que morreu sem uma flor.
18 dezembro 2010
Depois de ti, Meu bem
Depois de ti
Não me tornei espelho pra ninguém.
Malmente conseguia rir
Tão pouco amar alguém
Depois de ti
Vieram os porres e puteiros
Noites infindáveis
Choros e torturas no travesseiro
Depois de ti
Enrijeci o coração
Recusei-me a de novo amar
E cai na vida
Depois de ti
O mundo ficou turvo
Os olhos umideceram
Em meio a tantas memórias e conteúdos...
Depois de ti
Veio a dor de cotovelo
As piores ideias
E tortos poemas feios
Depois de ti
Voltei a ser eu
Enxerguei...
E Vivi...Depois de ti!
Não me tornei espelho pra ninguém.
Malmente conseguia rir
Tão pouco amar alguém
Depois de ti
Vieram os porres e puteiros
Noites infindáveis
Choros e torturas no travesseiro
Depois de ti
Enrijeci o coração
Recusei-me a de novo amar
E cai na vida
Depois de ti
O mundo ficou turvo
Os olhos umideceram
Em meio a tantas memórias e conteúdos...
Depois de ti
Veio a dor de cotovelo
As piores ideias
E tortos poemas feios
Depois de ti
Voltei a ser eu
Enxerguei...
E Vivi...Depois de ti!
17 novembro 2010
Canção Repetida
Essa canção marcou a nossa história
Essa canção já tão simplória
Por tanto se tocar.
Já não sou mais forte que um cigarro
Rastejo tão fagueiro e um tanto otário
Que hoje mal consigo andar.
Foi eu quem fiz o teu sorriso
E te acolhi no abrigo
Do peito ao coração.
Eu escrevi a nossa história
Pra você chamar de estória
E jogar fora feito a um borrão
Espero que sejas bem feliz
Ao lado de outro alguém.
Que pule fora dessa gangorra
Que corra desse vai-e-vem
Vá sem nóstalgia
Sem sentir melancolia
Quando estiver com outro em nossos lençóis
Vá pela estrada fria enganando o seu amor
Se me veres numa esquina
Vire o rosto e colha o que plantou
Digo tchau
À essa paixão mal resolvida
Que pra essa história tão antiga
Fiz essa canção repetida
Essa canção já tão simplória
Por tanto se tocar.
Já não sou mais forte que um cigarro
Rastejo tão fagueiro e um tanto otário
Que hoje mal consigo andar.
Foi eu quem fiz o teu sorriso
E te acolhi no abrigo
Do peito ao coração.
Eu escrevi a nossa história
Pra você chamar de estória
E jogar fora feito a um borrão
Espero que sejas bem feliz
Ao lado de outro alguém.
Que pule fora dessa gangorra
Que corra desse vai-e-vem
Vá sem nóstalgia
Sem sentir melancolia
Quando estiver com outro em nossos lençóis
Vá pela estrada fria enganando o seu amor
Se me veres numa esquina
Vire o rosto e colha o que plantou
Digo tchau
À essa paixão mal resolvida
Que pra essa história tão antiga
Fiz essa canção repetida
21 agosto 2010
06 maio 2010
Morena.
Morena da beleza de mulher
Que no seu íntimo sabe o que quer.
E na beleza de ser
Remexeu minha cabeça por saber acontecer
No meu pobre coração.
Por isso hoje lá em casa
O meu peito fica em brasa
Quando lembra do teu beijo.
E com toda a harmonia
Essa linda poesia
Te retrata em meu desejo.
A tua presença é um privilégio
Dessa vida, que é meu colégio.
Aprender contigo a alegria
É seguir no céu a estrela guia
Que brilha a emoção.
Sentir do teu beijo
Esse tal de afeto:
É mexer com a razão
E é com tal satisfação
que eu faço a nossa história de canção.
Que no seu íntimo sabe o que quer.
E na beleza de ser
Remexeu minha cabeça por saber acontecer
No meu pobre coração.
Por isso hoje lá em casa
O meu peito fica em brasa
Quando lembra do teu beijo.
E com toda a harmonia
Essa linda poesia
Te retrata em meu desejo.
A tua presença é um privilégio
Dessa vida, que é meu colégio.
Aprender contigo a alegria
É seguir no céu a estrela guia
Que brilha a emoção.
Sentir do teu beijo
Esse tal de afeto:
É mexer com a razão
E é com tal satisfação
que eu faço a nossa história de canção.
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